Isto É Gozar Com Quem Trabalha

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SIC

311 - Regresso a 2021: "Não sei, não me lembro e não tenho presente": O homem que devia 550 milhões ao Novo Banco e não sabia o nome das suas próprias empresas

"Normalmente, as pessoas de quem a gente fala têm empregos a sério, ao contrário de nós. São ministros, empresários, banqueiros... Basicamente, o que a gente faz é gozar com quem trabalha" R.A.P.

Veja a versão vídeo deste programa em Opto.sic.pt

311 - Regresso a 2021: "Não sei, não me lembro e não tenho presente": O homem que devia 550 milhões ao Novo Banco e não sabia o nome das suas próprias empresas
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"Normalmente, as pessoas de quem a gente fala têm empregos a sério, ao contrário de nós. São ministros, empresários, banqueiros... Basicamente, o que a gente faz é gozar com quem trabalha" R.A.P.

Veja a versão vídeo deste programa em Opto.sic.pt

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Este episódio apresenta uma sátira política que aborda temas como a precariedade do serviço ferroviário, a gestão de fundações e sociedades offshore ligadas ao Novo Banco, e o elevado custo de um obelisco em Oeiras. O apresentador utiliza o humor para criticar a falta de transparência e a gestão de recursos públicos. A segunda parte do programa explora a crítica aos candidatos autárquicos do PSD, comparando-os a participantes de um reality show, e inclui uma entrevista com a secretária-geral da CGTP, Isabel Camarinha, sobre o papel dos sindicatos, o teletrabalho e as reivindicações laborais.

Poglavlja

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Najvažniji dijelovi

Portugal é um país em que o comboio não passa há anos.

00:02:05 · O apresentador faz uma ironia sobre a precariedidade e a falta de frequência do serviço ferroviário em Portugal.

Eu por acaso administro isto? Não? Ah, sou devedor aqui também.

00:11:27 · O apresentador satiriza a confusão do administrador sobre as empresas que gere e a sua própria situação de dívida.

600 mil euros foi barato. Porque eu que sou um rústico pensei, é isto um pau muito alto, 600 mil euros, mas não.

00:19:27 · O apresentador ironiza o elevado custo de um obelisco em Oeiras, minimizando o valor face ao simbolismo atribuído.

Claramente isto não são umas autárquicas. Isto é o Big Brother Famosos. Não é?

00:23:32 · O apresentador faz uma comparação satírica entre os candidatos do PSD e um programa de entretenimento.

há aqui e depois há um conjunto de fatores que os trabalhadores em teletrabalho sofrem consequências também, o isolamento, o acréscimo de despesas, porque a empresa poupa, poupa, poupa, água, luz, instalações, consumíveis, que é o trabalhador que passa a pagar do seu bolso.

00:33:05 · A entrevistada expõe os prejuízos financeiros e sociais que o teletrabalho pode trazer para o trabalhador.

Epizode

311-

Regresso a 2021: "Não sei, não me lembro e não tenho presente": O homem que devia 550 milhões ao Novo Banco e não sabia o nome das suas próprias empresas

Este episódio apresenta uma sátira política que aborda temas como a precariedade do serviço ferroviário, a gestão de fundações e sociedades offshore ligadas ao Novo Banco, e o elevado custo de um obelisco em Oeiras. O apresentador utiliza o humor para criticar a falta de transparência e a gestão de recursos públicos. A segunda parte do programa explora a crítica aos candidatos autárquicos do PSD, comparando-os a participantes de um reality show, e inclui uma entrevista com a secretária-geral da CGTP, Isabel Camarinha, sobre o papel dos sindicatos, o teletrabalho e as reivindicações laborais.

12 srp 2026
310-

Regresso a 2021: Ao fim de meses de confinamento, nós, portugueses, abrimos a porta, olhámos o céu, respiramos fundo e dissemos ‘Onde é que há cuecas?’

Este episódio apresenta uma compilação de notícias e comentários satíricos sobre a atualidade portuguesa, abordando desde a reabertura de centros comerciais e críticas à gestão de fundos europeus até debates sobre a maçonaria e a política nacional. O programa transita do humor ácido para um momento de memória histórica, com uma entrevista emocionante a Álvaro Monteiro e Faustino Reis, sobreviventes da ditadura, que partilham as suas experiências de resistência e prisão durante o regime de Salazar.

05 srp 2026
309-

Regresso a 2021: Portugal podia esquecer a energia verde: ligava-se um cabo de bateria a cada mamilo do Sócrates

O episódio analisa uma entrevista de José Sócrates, onde o ex-primeiro-ministro contesta acusações de uma vida de luxo, argumentando que as suas despesas eram investimentos ou situações comuns, e tenta provar a origem lícita da sua fortuna através de documentos familiares. A discussão aborda também as suas reações explosivas perante o jornalismo e a alegação de que a sua situação financeira advém de doações e empréstimos. Em seguida, o programa apresenta uma entrevista com o Presidente da Câmara de Cascais, Carlos Carreiras, abordando temas como política local, a gestão da pandemia de Covid-19 e a capacidade de produção de vacinas em Portugal.

29 lip 2026
308-

Regresso a 2021: ”Este país não deixa as pessoas seguirem os seus sonhos de serem corruptas. Ou não há provas, ou já prescreveram”

O episódio apresenta uma análise satírica de decisões judiciais relacionadas ao Grupo Lena e José Sócrates, criticando a lentidão da justiça e a prescrição de crimes por falta de provas. Através do humor, aborda-se a dificuldade de investigar crimes financeiros e a complexidade dos circuitos de ocultação de dinheiro. A conversa com a procuradora Maria José Morgado explora como a demora processual compromete a eficácia da justiça criminal, complementada por críticas à atuação de figuras políticas e judiciais, incluindo a análise de processos complexos e candidaturas locais.

21 lip 2026
307-

Regresso a 2021: “Um cidadão foi multado por comer uma sandes dentro do carro. Eu ainda sou do tempo em que se podia comer outro cidadão dentro do carro”

O episódio apresenta uma série de comentários satíricos sobre a atualidade portuguesa, abordando temas como criminalidade, burocracia e os resultados financeiros do Novo Banco. Através do humor, os apresentadores criticam a gestão de políticas públicas e possíveis conflitos de interesses. O programa inclui ainda uma entrevista com Carlos Moedas sobre a sua trajetória profissional, a gestão da habitação em Lisboa e a sua independência política. Por fim, discute-se a estratégia de promoção de Lisboa, focando na criação de novas estrelas globais através da cultura, tecnologia e inovação.

14 lip 2026